A linguagem de Deus


Francis S Collins, cientista e diretor do Projeto Genona, foi, até os 27 anos de vida, um ateu convicto. O incrível aconteceu quando, estudando a ciência à fundo, descobriu... Deus! Como uma coisa leva a outra, se converteu ao Cristo Vivo. A princípio, foi duramente rejeitado pelos seus colegas de profissão. Depois, também. Nada conseguiu demove-lo da convicção de que ciência e fé não precisam viver às turras. Não. Para o crente cientista a boa ciência leva à fé e a verdadeira fé não dispensa a ciência. Eu creio da mesma forma. Sempre vi com muito ceticismo líderes que pregam que a ciência é coisa do capeta e que, pela fé, a gente não precisa nem tomar remédio. Semelhantemente, sempre me dá arrepios quando veja intelectuais e, pior ainda, algum dublê de intelectual, desancando a fé cristã. Eu detesto a religião tanto quanto – ou até mais que – qualquer ateu cientista. Mas, sendo cristão, não sou idiota de confundir religião, qualquer que seja, com o Evangelho de Jesus Cristo. Jesus nunca foi religioso. Ele foi morto a mando dela! É por essas idéias que o livro lançado por Francis S Collins, A Linguagem de Deus - Um cientista apresenta evidências de que Ele existe, logo virou best-seller do The New York Times. O livro foi lançado no Brasil pela Editora Gente e merece, pelo menos, ser lido. A não ser que você seja um ateu radical ou um religioso xiita. Alguns capítulos do livro: “Do ateísmo à crença”, “Gênesis, Galileu e Darwin”, “A guerra das visões do mundo” e “Os que buscam a verdade”. Um cientista que encontrou a fé enquanto se aprofundava na... ciência? Milagre!

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