Quando a relação amorosa vira pedra de tropeço


Eu respeito muito quem está amando. Principalmente, os jovens que chegaram a uma certa idade ou pessoas que tiveram relacionamentos anteriores fracassados. Para uns, é uma possibilidade de começar de novo. Para outros, uma oportunidade para tentar ser feliz. O problema é quando se namora a pessoa errada. Para quem teve um primeiro fracasso, é horrível fracassar outra vez. Ninguém deveria desperdiçar uma segunda chance. Mas, desperdiça, sim - e com mais freqüência que gostaríamos de perceber. Para quem está namorando e sente que o parceiro - ou parceira - está impedindo ou tentanto impedir seu relacionamento com o Senhor a melhor saída é: 1) conversar francamente sobre fé, cristianismo, espiritualidade. Deixe a pessoa expor, sem esconde-esconde, suas crenças. Não queira impor sua fé a ninguém. A igreja católica tentou isso com a inquisição e veja no que deu. 2) Faça uma projeção e avalie se você será feliz com uma moça ou um rapaz que ama "conversar com mortos", "venerar imagens de escultura" ou, ainda como exemplo, "ter uma visão de mundo onde tudo é pecado, menos ser fariseu". Se a resposta te assombrar, acabe o relacionamento. Uma quebra-de-braço antes do casamento pode virar uma guerra atômica depois dele. 3) Ninguém precisa ser infeliz para fazer o parceiro ou a parceira feliz. Um relacionamento deve gerar felicidade recípocra. Se o preço da felicidade de quem você ama é fazer você infeliz, pule fora agora mesmo. Isso não é amor. Quem ama tem prazer em ver todo o potencial do outro. Quem se ama, faz do outro terra arrasada. Religião nunca fez bem a ninguém. Num namoro, a divergência sobre ela consegue piorar o que sozinha já é um flagelo.

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