Fé, esperança e amor


“Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, porém o maior destes é o amor” (1 Coríntios 13:13). Fé, esperança e amor aparecem num mesmo contexto várias vezes no Novo Testamento (por exemplo, Colossenses 1.4,5). Por isso, acredito (e não estou só nesta convicção) que estas são as três virtudes que caracterizam um crente que realmente nasceu de novo. Em 1 Tessalonicenses 1:3, podemos ler – “Recordando-nos, diante do nosso Deus e Pai, da operosidade da vossa fé, da abnegação do vosso amor e da firmeza da vossa esperança em nosso Senhor Jesus Cristo”. Todo homem e toda mulher de Deus precisa cultivar a fé, a esperança e o amor. Fé para viver exclusivamente pela graça, esperança para suportas as piores adversidades e amor para não perder o frescor do Evangelho. Sem fé o crente vira um legalista, um letrista, um fiscal do irmão. Sem esperança, a viva esperança, o crente fica cínico, incrédulo, amargo, vingativo. Sem amor, a gente vive no inferno de fazer o bem por motivos egoístas, de não aproveitar as genuínas amizades, de deixar o coração se galvanizar. Das três, entretanto, a mais importante delas é o amor. A fé e a esperança são fundamentais na jornada aqui, antes da morte. Na eternidade com Cristo, não precisarei de fé – estou vendo! Nem de esperança – já a alcancei quando o Senhor me introduzir na Glória! Ficará o amor. Ele me amará para sempre e eu retribuirei esse Amor com todo amor de meu ser!

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