Não há tribulação que possa


Paulo e Silas, conforme relata o Livro de Atos, levaram uma sova homérica, depois de terem libertado uma jovem escrava que tinha o “dom” de prognosticar eventos. Eram demônios que atuavam nela e Paulo sabia muito bem que, por trás de seus elogios, haviam forças das trevas agindo. Os dois servos de Deus foram presos e duramente punidos. Que tribulação terrível! Fizeram o bem e receberam o mal. Libertaram uma moça e acabaram presos. Foram justos e bons e foram tratados com rancor e crueldade. A tribulação que se abateu sobre eles teve o poder de tirar suas roupas, humilhar, prender e fazer sofrer, mas não pôde: 1) destruir a amizade entre eles. Sofreram juntos todos os incômodos da angústia. Juntos! 2) destruir a fé deles. Tribulação nenhuma pode fazer um crente deixar de ser... crente! A gente vive pela fé, não por circunstâncias. 3) impedí-los de orar. Aliás, é enfrentando grandes adversidades que os homens mais deveriam orar. 4) impedí-los de adorar. O sofrimento emudece muitos cristãos, quando não os transformam em murmuradores crônicos. Tribulação nenhuma cala o louvor de um verdadeiro filho da graça. 5) impedi-los de ser uma bênção. Nem a “maldição dos ímpios” conseguem impedir que a gente seja luz do mundo e sal da terra. Perto da meia-noite, Paulo e Silas oravam e louvavam e os companheiros de infortúnio os ouviam. Foram abençoados. Depois, batizaram o carcereiiro, sua família e seus eventuais empregados. Foram benção para quem pôs seus pés no tronco. As tribulações podem muito, mas não podem nada contra os filhos de Deus.

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