Um carnaval inesquecível


Em Daniel 5 lemos sobre o Carnaval de Belsazar. Você leu direito, um rei fez um carnaval nos tempos do profeta Daniel, no Antigo Testamento. Foi sob todos os aspectos um carnaval inesquecível. Ele mandou trazer muito vinho para entreter seus mil oficiais. Depois mandou chamar as mulheres deles e as concubinas para apimentar a festa. Doido de tanta luxúria, mandou trazer os vasos sagrados de Jerusalém: beberam neles. Mais orgias. Insultou a Deus e louvou os deuses falsos de então. Mais luxúria. Uma mão misteriosa começou a escrever no estuque do Club Carnavalesco de Belsazar: Mene, Mene, Tequel, Parsim. Aí o carnaval acabou e o pavor se instalou no coração de Belsazar. Como seus espiritualistas não descobriram o que significava aquilo, Daniel foi chamado e revelou: Deus vai acabar teu reinado, hoje. De tanto pecado, passaste do limite. Teu reino será dado a teus inimigos. O texto termina dizendo que naquela mesma noite Belsazar morreu depois de ter perdido o reino. Leia atentamente Daniel 5 e constate que carnaval é isso aí: uma festa onde os foliões pensam que são dono do mundo, uma festa pagã, uma festa que deixa os foliões momentaneamente loucos, uma festa onde se diverte mais quem peca mais, uma festa que conduz a humanidade à irreverência e à blasfêmia, uma festa que suscita o imediato castigo de Deus, uma festa onde nascidos de novo nunca estão presentes. O carnaval é uma festa que termina em tragédia, morte, medo e inferno. Isquidum-dum-dum, isquidum-dum-dum!

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