O carnaval vem aí: esquidum-dum-dum, esquidum-dum-dum!


O que o homem quer, no fundo, no fundo, é ter de volta o que perdeu completamente no paraíso: paz com Deus, prazer sem culpa, uma boa vida. Na impossibilidade de voltar para o Éden, resta-nos duas opções: voltar-se em arrepedimento para Deus e ter vida eterna ou tentar transformar a terra numa espécie de éden sem Deus. Quem se volta para Deus, em Cristo, começa a experimentar o céu na terra: verdadeira alegria, sexo depois do casamento sem culpa nem tabu, aproveitamento de tudo que é bom (e te muita coisa prazerosa que não é pecado, gente), uma consciência tranquila, experiências maravilhosas com Deus e com as pessoas que amamos, o visceral prazer de viver. A maioria, contudo, deseja o éden sem Deus. Eles pensam que Jesus é o mesmo que "religião". Como veêm o horror que é ser um religioso, descartam junto o Evangelho Jesus Cristo. O carnaval nada mais é que o desejo do povo brasileiro de ser feliz sem Deus. O carnaval é a volta aos bacanais da Grécia e de Roma antigos. Ninguém fazia carnaval como os romanos. A luxúria deles inspira a luxúria de hoje. O problema é que a alegria fabricada pelo hedonismo custa caro. Já a alegria verdadeira, que só os nascidos de novo tem, custou caro ao Filho de Deus. A alegria do carnaval tem prazo de validade: quarta-feira de cinzas (termina em fuligem). Já a algria dos nascidos de novo não termina nunca, é fruto do Espírito. A alegria do carnaval tem um rei, que é Satanás (Momo é só um fantoche, o Boneco da Meia-noite do diabo). A alegria da verdadeira Igreja vem do Rei dos reis e Senhor dos senhores. A alegria do carnaval termina em morte, dor, angústia, vazio. A alegria do Evangelho faz um bem enorme ao ser, tranquiliza, descansa, pacifica o coração, torna a Igreja grata ao Senhor pelo dom da vida. A alegria do carnaval é uma ilusão. A alegria do Evangelho é real. Ser alegre nunca foi pecado. Saber sorrir é uma das características das mentes saudáveis. Ninguém precisa de carnaval para ser feliz. Em Cristo, nenhuma das minhas alegrias vira cinzas.

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