Com saudade da simplicidade


Jesus viveu e morreu com simplicidade. Ele teve amigos simples, viveu numa família simples, comia e se vestia com simplicidade. Nós, da sociedade que adora o conforto, somos complicados demais. Gostamos de fazer tempestade em copo dágua. O estresse nos atinge com uma facilidade inacreditável. Complicamos todos os nossos relacionamentos. O perdão de pecados e o céu das religiões são impossíveis de se obter. O nosso deus, a nossa fé, a nossa vida são um labirinto onde qualquer um se perde. Até a nossa dieta é terrivelmente complicada: arroz com maçã, molho a lá vangourd, ovos a lá vintela... É muita besteira. Definitivamente, a gente não leva a sério o pedido do Senhor de sermos simples como as pombas. Complicamos demais a vida, por isso somos tão infelizes. Quando a felicidade depende do carro último modelo ou de sermos crentes de barriga sarada, a infelicidade se instala para nunca mais sair. Vejo cantores que cantam com uma afetação pavorosa. Percebo pregadores que se excedem no auto-elogio, como Luiz Inácio “nunca antes na história deste país” Lula da Silva. Como sinto falta da modéstia. Como quero andar de havaianas. Como estou sufocando de tanta conviver com soberba, narcisismo, exibicionismo. Quero respirar! Quero viver como Jesus viveu e morreu: com simplicidade. Volte a fazer o que você fazia quando criança. Essa vida de adulto é um insulto ao Criador da vida.

Um comentário:

Hugo Otávio disse...

Paz do Senhor pastor! Tudo bem?
Bela postagem!
Quando puder, poste um texto sobre apostasia.
Grato!

Receba mensagens desse blog no seu E-mail