Um alerta a todos os meus colegas de ministério


Tenho um pouco de vergonha dos colegas que militam na causa evangélica. Sem perder de vista as exceções, afirmo categoricamente: a classe pastoral está tomada por pusilânimes, por idiotas, por cretinos incapazes de escolher entre o bem e o mal, entre Evangelho e religião, entre Jesus e Mamon. Antes que um crente que não saiba ler venha falar em "não julgamento de facínoras", afirmo que me classifico como um homem repleto de falhas que decidiu pregar o Evangelho e combater a intolerência dos modernos fariseus. Quando eu morrer, escrevam isso na minha lápide. Não sou perfeito, nem melhor que ninguém, mas não suporto ver em que se transformaram os pastores de hoje. Muitos são apenas arrancadores de dinheiro do povo. Adoradores de Mamon! Outros são adoradores da "doutrina da denominação". Criticam, em suas aulas de heresiologia, os Testemunhas de Jeová, mas são tão heréticos quanto, ao trocarem a verdade e a glória de Deus pelas leis inventadas pelos seus mentores. Se eles não gostam de algo, transformam em pecado. Uma parcela considerável dos meus colegas se calam diante das aberrações doutrinárias. Outra, emula os "pastores midiáticos" que estão dando certo. Ser popular é melhor que ser íntegro. Queridos, acordemos. O povo está precisando ouvir a genuína Palavra da verdade, em verdade e com amor. A soberba é tão avassaladora que muitos estão rejeitando o título "pastor". Querem ser apóstolos e bispos. Pastora, agora, é a mulher deles - mesmo sem chamado. Casou com um bispo? Agora é pastora. Afirmam que só eles tem "a visão" (cego tem visão?!). é melhor fico com Jesus: "Eu sou o bom pastor..." Não faça só o que está dando certo, colega. Façamos o certo. As pessoas estão saturadas de religião. Querem ouvir o Evangelho. Dá pena ver as multidões correndo de um lado para o outro em busca de alimento do céu. Triste mesmo é ver como os lobos, cantando nossas músicas, as estão seduzindo e devorando.

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