Uma definição de pecado


Pecado, hoje, é a proibição de algo desejável, mas proibido. Você desejo algo socialmente proibido? É pecado!. No passado, a palavra significava a prática do asqueroso, do ilegal, do imoral. Para a teologia, pecado é a desobediência aos princípios divinos, transgressão da lei de Deus, errando o alvo para o qual fomos criados. A maioria das pessoas se riem do pecado. Para elas, não fazendo mal a outro, nada é pecado. Os humoristas zombam de quem ainda crê que pecado exista. Na outra vertente, os religiosos vêem pecado em tudo, até as mais comezinhas atitudes são consideradas pecaminosas. Pecado, para elas, é tudo, até gargalhar na rua. É. Chama-se pecado da irreverência. Na Bíblia, há uma definição sobre pecado extraordinariamente simples e esclarecedora. Para Pedro, pecados são “desejos carnais que guerreiam contra a alma” (1 Pedro 2.11). Melhor do que isso só se eu desenhasse. Pecado é um desejo da carne que faz guerra para vencer a alma. Tudo que faz mal à alma é pecado. Tudo que atenta contra nossa alegria de viver, nossa sensibilidade espiritual, contra nosso eu interior, é pecado. Davi pediu ao Senhor que tornasse a dar a ele a alegria da salvação. Pecou e perdeu alegria. Tudo que sua carne deseja e que te mata aos poucos, é pecado. Tudo que você faz, pensa ou de que se omite e sente a alma definhar ou o coração pedrar, fique certo: é pecado. O pecado não é inocente. Ele combate contra nossa alma, até vê-la sangrando, morta, brutalmente assassinada. Pode ser um tapa no rosto da esposa, não ir ao culto determinado dia, se exibir numa reunião, se eximir de uma responsabilidade ou se negar a dar bom dia a um irmão "desviado". Se tornou sua alma menos arejada, é pecado.

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