O pecado do homossexualismo

Vamos deixar uma coisa bem clara, de uma vez por todas: a prática do homossexualismo é pecado. É insustentável diante dos textos sagrados e do propósito da criação. Se tem jeito de alguém mudar sua preferência sexual, é outro assunto. Se o homossexualismo tem um componente genético, é outro assunto. Agora, vamos deixar outra coisa bem clara: não existe homossexual inocente. Nem homossexual, nem heterossexual. A gente é pecador. Ponto. Independente de nossa opção sexual, precisamos nos converter. Precisamos do novo nascimento. Precisamos nos arrepender de nosso mau caminho, confessar nosso pecado e depositar nossa fé em Jesus Cristo, para remissão de pecados e recebimento de vida eterna. Sem libertação, tanto hetero quanto homo arderão nas chamas do inferno. Permita-me deixar bem claro uma coisa a mais: todo ser humano merece respeito. Livre arbítrio pressupõe ser livre para escolher – e se dar bem ou se dar mal na alternativa escolhida. Mas, livre. Até mesmo contra Deus, contra a Palavra de Deus, contra a natureza, contra si mesmo! Se Deus respeita as decisões, mesmo as mais excêntricas, de suas criaturas, quem somos para alimentar preconceito contra quem quer que seja? Cada um vai dar conta de si mesmo a Deus. Não está escrito que cada um dará conta de si mesmo ao vizinho, a Bin Laden, ao padre ou ao pastor. A gente só não é livre para escolher as conseqüências. Cabe à igreja alertar para as conseqüências de nossos pecados. Ninguém que vive na prática do pecado é feliz, mesmo tendo todas as políticas públicas a seu favor. Ninguém que vive na prática do pecado tem vida eterna, agrada a Deus, vive bem, ou herdará a eternidade com o Senhor. Ou os homossexuais se convertem ou jamais terão vida. Isso independe se você pensa que são “gente boa”. Por que não são. Como não somos.

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