Para vereador, pastor Tabosa

Uma empresa séria tem seu código de ética. Entre outras coisas, o código proíbe que o empregado ou colaborador use o nome da empresa como cabo-eleitoral. A empresa está certa. Empresa não vota nem se candidata. Também não deve se envolver em questões políticas. A igreja evangélica também deveria normatizar a questão. Há irmãos e pastores usando a nomenclatura da igreja para ser eleito. Irmão Tabosa para prefeito (nome fictício)! Qualquer religioso pode e – se achar que seu nome é viável contribuir para o processo democrático – deve se candidatar. Somos cidadãos, temos direito de votar e ser votado. O problema surge quando a gente é tentado a usar o Evangelho ou a Igreja ou o Ministério Pastoral como plataformas de visibilidade. A Igreja de Jesus Cristo não pode virar partido de um candidato, não deve ser vista como curral eleitoral de ninguém. Irmão até pode votar em irmão, desde o que irmão seja filho do mesmo Pai e tenha vsão política. Entretanto, deve-se buscar o equilíbrio para o púlpito não virar palanque nem a igreja, curral eleitoral. Dar a César o que é de César não é dar a César o que é de Deus. Alguns acham que o poder político carrega o ranço do Mal. Todas as evidências apontam para este ângulo da questão. Um bom político, honesto e competente, pode fazer diferença para melhor. A história atesta o que afirmei na frase anterior. O ideal seria que todos os políticos de caráter fossem eleitos. Caráter é um artigo que os políticos deveriam apresentar depois de eleitos – mas, como cartão de apresentação, muito antes de serem eleitos também.

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