O cristão que deveríamos ser




Li, não me lembro onde, uma série de afirmações que não estão literalmente escritas no Evangelho, mas são Evangelho puro. Estava escrito assim (pois fiz a cópia e pus nos meus arquivos e encontrei somente hoje).

Minha alegria é quando encontro gente:


que sabe reverenciar sem adular;


que sabe amar sem idolatrar;


que sabe apreciar sem se viciar;


que sabe a importância sem esmagar;


que sabe o significado sem abusar;


que sabe da fraqueza sem pisar;


que sabe da humanidade relativa sem escândalo;


que sabe dos gostos sem julgar;


que conhece os limites sem impor novas fronteiras;


que sabem amar sem seqüestrar!


Viveríamos num ambiente muito melhor se todos nós (crentes, pastores, bispos, apóstolos) começassemos uma revolução: de volta para o Evangelho. Seríamos seres humanos melhores, sem neura nem traumas, mas santos e irrepreensíveis em amor.

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