Cadê o Fruto do Espírito?



Houve uma ocasião em que Jesus sentiu fome. Desejando se alimentar, foi a uma figueira na beira da estrada, cheia de folhas verdinhas. Mas, não tinha nenhum figo. O texto fala especificamente sobre a infertilidade de Israel. Tinha folhas, mas não dava frutos. Tinha aparência, mas faltava essência. Aparentava ser, mas não era. Vendo de longe uma figueira que tinha folhas, foi ver se nela acharia alguma coisa; e, chegando a ela, não achou senão folhas, porque não era tempo de figos. E Jesus, falando, disse à figueira: Nunca mais coma alguém fruto de ti. E os seus discípulos ouviram isto. Hoje, Deus não requer menos de seu povo. Deseja que sejamos frondosos, mas principalmente produtivos. E os discípulos de hoje devem ouvir isso! O fruto de Deus em nós é mais importante que a operação dos dons através de nós. Como distinguir o verdadeiro do falso no seio da Igreja? Pelos seus frutos os conhecereis. Por causa disso, Jesus admoesta seus ouvintes: Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento. Qual é o fruto que Deus quer gerar em nós e que o mundo precisa ver em nós? O fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fé, mansidão, domínio próprio, responde Paulo. Em muitos ambientes ditos cristãos, nem vasculhando muito, a gente encontra estas nove virturdes. E o que é pior: encontramos, no seu lugar, é muita celebração das obras da carne, como inveja, dissensão, soberba, competição, fofoca, idolatria, feitiçaria...

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