A gente não precisa gostar para amar


Li recentemente uma frase que parece um paradoxo, mas que, entendida, vale como uma aula de vida e um forte motivador. A frase é “a gente não precisa gostar para amar”. Um absurdo? Não, uma verdade cristalina e revigorante. Eu não gosto de muitas atitudes minhas, às vezes me exaspero com meu temperamento, mas me amo! Deus, com toda certeza, não gosta de nossos pecados, mas, com certeza absoluta, nos ama. Eu não gosto de meus inimigos (ninguém gosta de quem lhe faz mal), mas, em Cristo, amo cada um deles. Jesus Cristo não disse que devemos amar nossos inimigos para nos fazer sofrer mais. A intenção é nos fazer bem! A gente não precisa gostar dos irmãos em Cristo, de todos os nossos familiares, de nossos conhecidos – para, só então, dar um passo adiante e amá-los. A gente pode amá-los (respeitar, entender, perdoar, relevar...), mesmo sem gostar do que eles fizeram ou fazem contra nós. Jesus não gostou do que fizeram com Ele, pendurando-o numa cruz, depois de terem humilhado e torturado. Mas, fique certo, Jesus não foi masoquista ou hipócrita quando disse: Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem. Ele os estava amando mesmo, de verdade, com cada célula ainda viva de seu corpo - apesar de sentir a dor de não gostar da atitude covarde deles. A gente não precisa gostar para amar.

Um comentário:

Allyne Evellyn disse...

Interessante...
eu tive a oportunidade de ler essa frase no livro O MONGE E O EXECUTIVO( recomento é muito bom)
Na leitura eu não consegui gravar a frase mas gravei bem outro princípio relacionado a ela:
o amor não é um simples sentimento mas um comportamento.
O personagem explicará isso baseado em I Coríntios 13.
MUIIITO BOM!
Gostar é sentimento, e nós infelizmente não temo um total controle sobre eles mas, amar são atitudes e sobre essas sim temos um maior controle logo:

"Agente não precisa gostar para amar"

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