O poder da música


Ninguém está imune ao poder subliminar da música. Muita gente se converteu ao Cristo Vivo ouvindo uma canção que tocou seu coração, abrindo-o para a ação do Espírito. Sei de pessoas que tratam ansiedade e até depressão leve com uma musicalidade apropriada. Para saber o quanto uma trilha sonora é fundamental para o sucesso de um filme, desligue o som por 10 minutos e você logo ficará perderá o interesse ou ficará aborrecido. Depois que nos convertemos, temos que tomar mito cuidado com nossa disco-teca. A coleção de músicas precisa ser de bom gosto, que pode incluir músicas evangélicas ou não. Apesar de haver muito lixo no meio evangélico, ainda há excelentes composições - hinos e canções que não deixam dúvidas, vieram diretamente do céu para nossas vidas (se não fosse assim o Padre Artista Marcelo Rossi não "garimparia" as que considera as melhores para turbinar seus cd's!) . Quando à chamada música secular, todo cuidado é pouco. O critério, acredito, deve ser refutar as composições que fazem mal à alma e ao espírito da gente. Por exemplo, rejeite peremptoriamente qualquer música que o faça ter saudades da vida de pecado de outrora - ter vontade de se embriagar de novo, "pensar" nas ex-namoradas e nos antigos relacionamentos afetivos, voltar a fumar maconha, entregar-se à luxúria, etc, etc, etc... Só utilize a musicalidade que faça bem a você e a quem convive com você. Se for trazer escândalo ou resgatar a antiga vida, passe. É melhor entrar no céu surdo que ser lançado no inferno ouvindo de tudo - inclusive músicas cujo compositor e intérprete é o próprio diabo.

Um comentário:

Hugo Otávio disse...

Amém! Muito obrigado pastor! Agora está esclarecido muitas coisas a respeito do que ouvir ou não ouvir! Fique na paz!

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