A teologia do cachorro e do gato


No livro de Bob Sjogren e Gerald Robison, publicado no Brasil pela "MIss]oes Horizontes", há uma piada interessante que gostaria de repercutir: "O cachorro diz: Você me acaricia, me alimenta, me abriga, me ama. Você deve ser Deus!""O gato diz: Você me acaricia, você me alimenta, me abriga, me ama. Eu devo ser Deus!". Não li nada do livro, somente este texto. Mas, que verdade interessante. Há crentes cachorros e crentes gatos. Os crentes cachorros se alimentam das migalhas que caem da mesa do seu Senhor. Os crentes gatos pensam que são o Senhor! Há uma enormidade de pessoas que buscam ao Senhor pelo bem que podem receber. E ai de Deus se lhes negar algum desejo, algum capricho. São os crentes gatos. Os crentes gatos são vaidosos, soberbos, gostam de fazer chantagens, querem descobrir a chave que move o coração de Deus. Para eles, Deus não é nada. Eles são Tudo! Os crentes cachorros amam seus donos. Lessy balança o rabinho (na verdade, roda!) quando me vê. A alegria dela é genuína, o carinho por mim é verdadeiro. Chega de crentes gatos. Eu os enxoto daqui. Esse blog é somente para os crentes cachorros. Que gostam de Deus, que ama ao Senhor, que dizem com muita satisfação: Jesus só pode ser Deus!".

Um comentário:

camilla disse...

amém pastor, gostei da ilustração realmente os cachorros são mais humildes que os gatos! E além disso são fiéis aos seus donos, enquanto os gatos são traiçoeiros!

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