Michael Jackson morreu com seis anos


Cronologicamente, ele morreu aos 50 anos. Mas, na verdade, seus pais o mataram quatro décadas antes. O pai “treinava” o futuro rei do pop na base da “cinturãozada”. Quando, na puberdade, Michael ficou com espinhas, o pai escarnecia e humilhava o filho. A mãe, religiosa, pouco ou nada fazia para conter a tortura psicologia e física sofrida pelo filho. O pai de Michael Jackson assassinou o filho na sala de estar de sua própria casa. Como resultado de uma criação sem amor, o cantor ficou irremediavelmente doente na alma. Psicologicamente, Michael Jackson sofria demais – e sem fim. Some-se a isso, uma rotina de ensaios extenuantes, perda total da privacidade e um tratamento com doses cavalares de um analgésico que causa dependência e quem é sensível consegue sentir pena do homem por trás do mito. Todos os grandes ídolos da humanidade tiveram e tem suas vidas devastadas. Não escapa nenhum. O preço de ser famoso é alto demais. De que adiante ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Muita gente quis transformar Jesus em celebridade. Até seus irmãos tentaram. O diabo pessoalmente ofereceu as glórias do mundo. Jesus rejeitou. Michael Jackson precisava de ouvir Mateus 11.28-30. Não teve oportunidade ou nunca quis descansar nos braços do Pai. Só Deus sabe o quanto o astro sofreu antes de morrer – na última década, por exemplo. Tenho pena dele. O que me deixa transtornado é saber que a máquina de fazer ídolos continua funcionando a todo vapor. O mundo fashion não pode parar. Deus nos livre de querer virar celebridade. Deus nos livre.

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