Crentes na balada


Uma das coisas que mais contribuem para um crente permanecer “nanico” na vida espiritual é a indulgência com o pecado. Não dá para experimentar o melhor do Evangelho quando vivemos experimentando o melhor do pecado. A Graça de Deus não é um salvo conduto para fazer graça com Deus. Seria o mesmo que crucificar Jesus Cristo de novo, diz a Palavra. Alguns cristãos parecem que não entenderam ainda que a amizade do mundo é inimizade contra Deus. Por exemplo, há crentes que gostam de baladas. Viram as noites de sábado para o domingo nas noitadas, sentados numa roda de cerveja com amigos e parentes, jogando conversa fora (mas não bebo nada pastor, só cerveja sem álcool), em shows e bailes. “Bem-aventurado o homem (ou mulher) que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores”. Só em evitar o mal a gente já vive bem. Talvez esses crentes estejam buscando um relacionamento, um namoro, um casamento. O pior lugar para encontrar um par ideal é em lugar onde a luxúria é vista como virtude. Talvez estejam com saudade do antigo modo de vida. Não é alimentando a carne que a gente derrota a carne. Pode ser que freqüentem estes lugares por absoluta ignorância. Se for assim, ao ser alertados, eles param de se expor em lugares onde o diabo pode ataca-los e devorá-los. Não brinque com fogo, meu filho, você pode se queimar – dizem os pais aos filhos. Quando a gente desobedecia, a caixa de fósforo incendiava e chamuscava nossos dedinhos. Participar de festas duvidosas é o mesmo que tentar se equilibrar em duas pranchas de surfe – impossível. Um pé na igreja e outro no mundo. Assim vivem alguns crentes. Deus pode, um dia, plantar os dois pés deles na Igreja. Infelizmente, o contrário também pode acontecer: o diabo pode plantar os dois pés deles no Inferno.

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